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Veja como fazer um roteiro de 2 dias em Hong Kong

Como fazer um roteiro de 2 dias em Hong Kong – Visitar Hong Kong foi uma decisão tomada depois de um ‘bug’ de empresa aérea. A ideia era descer nessa cidade e pegar uma rota para o sudeste da Ásia (Tailândia, Vietnã e etc), já que por lá o dólar alto não tem tanto efeito, mas os planos mudaram no meio do caminho e o roteiro final fechou com: Hong Kong em dois dias (para ser mais exata: 1 noite, 1 dia cheio e 1 manhã) e mais doze dias no Japão (11 noites). E com esse plano começou mais uma história de viagens e experiências.

The Peak (esquerda) e a estátua de Bruce Lee
The Peak (esquerda) e a estátua de Bruce Lee

O voo saiu do Brasil, do Aeroporto de Guarulhos, em direção aos Estados Unidos, mais precisamente com escalas em Miami e Dallas (hub da American Airlines). Sim, foi um viagem cansativa devido às paradas, mas o trecho mais longo ainda estava por vir, Dallas para Hong Kong (essa é considerada uma das rotas aérea mais longas do mundo). No total foram mais de 16 horas voando entre o continente americano e o asiático. É preciso muita paciência, filmes e livros pra distrair numa viagem como essa. Mas vamos ao que interessa, o tour pela cidade de Hong Kong, nossa (essa foi mais uma viagem de casal) primeira parada nessa segunda visita à Ásia (a primeira fomos para o Sudeste Asiático).

Primeira noite: chegamos e exploramos os arredores da acomodação

Chegamos no aeroporto internacional à noite e pegamos um trem expresso para o centro da cidade (Airport Express – que tem um custo de 100 HKG por pessoa). Essa é a melhor maneira de chegar ao centro, onde estão localizados a maioria dos hotéis.

DICAS

Onde ficar em Hong Kong: Nathan Road
Transporte Aeroporto para o Centro de HK: Airport Express – MRT

Logo que chegamos deixamos nossas malas na guesthouse e fomos explorar um pouco o novo território. Como nosso voo atrasou e acabamos chegando bem tarde não pudemos fazer muita coisa, só andamos um pouco perto da acomodação e jantamos. À primeira vista Hong Kong me pareceu uma cidade cheia e confusa, e o foi o que se confirmou nos dias seguintes. Andamos por uma das ruas principais, a Nathan Road, e exploramos algumas ruazinhas que a cortavam. Resolvemos comer algo rápido e barato e logo voltamos à guesthouse, para descansar e então explorar verdadeiramente a cidade no dia seguinte.

Nathan Road (esquerda) e praticantes de Tai Chi Chuan.
Nathan Road (esquerda) e praticantes de Tai Chi Chuan.

 Primeiro dia: turistando e andando por Hong Kong

Quando se tem pouco tempo para conhecer uma cidade o ideal é contratar um serviço de tour especializado, pois economiza-se tempo e você consegue ver quase tudo, mas somos o tipo de viajantes que gostam de viver a cidade, por isso decidimos fazer o que sempre fazemos, andar muito.

Existe um serviço de transporte turístico em grandes cidades do mundo chamado Big Bus (bigbustours.com), este tour é conhecido como hop-on hop-off sightseeing, onde o turista sobe e desce do ônibus diversas vezes em diversos pontos da cidades pagando um único valor. Estes city tours sempre tem um mapa para ilustrar a rota para os clientes, e estava aí nossa meta: percorrer o máximo possível desse percurso a pé. E foi o que fizemos, pegamos o mapa e saímos andando pelas ruas e conhecendo os pontos mais famosos (o primeiro que fizemos foi o Hong Kong Island Tour).

Templo no parque do Buda Gigante
Templo no parque do Buda Gigante

De início pegamos uma balsa para atravessar o grande canal que corta a cidade (ele divide a ‘ilha’ e o ‘continente’). Essa travessia é super rápida e bem baratinha. Você pode comprar o ticket na região do porto (essa região fica muito próxima da Nathan Road, cerca de 10 à 15 minutos à pé ) e usar o serviço, que está disponível durante todo o dia.

Chegando do outro lado partimos para nossa andança. Passamos por: Four Seasons Hotel, Macau Ferry Station, Sheung Wan Station, Man Mo Temple, Mid-Level Escalator e, finalmente, chegamos ao The Peak, um ponto merece que destaque. O The Peak é um complexo construído no alto da cidade. E quando eu digo no alto é mesmo bem alto. Neste local você consegue ver Hong Kong por completo e tirar belíssimas fotos panorâmicas. Para acessa-lo é necessário comprar um ticket no guichê de entrada e pegar um trem/bonde (tram) temático. Chegando lá você pode subir até o lounge superior e apreciar a bela vista. Além disso, existem diversos restaurantes e lojas para entreter o público que visita o local. Ficamos por lá cerca de 2 horas, pois aproveitamos para almoçar.

Man mo Temple
Man mo Temple

De lá pegamos o metro em direção à outra ‘ilha’ (Lantau Island), e então ver o Buda gigante. Este lugar merece um destaque mais que especial. Em minha opinião ir a Hong Kong e não ver este Buda é o mesmo que ir ao Rio e não ver o Cristo. O local é realmente maravilhoso e cheio de energia. Você chega a um complexo com diversas atrações e logo encontra a entrada para comprar o ticket. De lá pega-se um enorme teleférico como meio de transporte até o local onde fica o Buda. O passeio custa 165 HKG por pessoa, mais ou menos 95 reais. No parque existe um complexo com lojas e restaurantes e mais um grande templo budista.

O Buda Gigante é lindo e cheio de detalhes no entorno, o que torna sua beleza ainda maior. É importante chegar com tempo para explorá-lo. O ideal é ficar pelo menos umas 2 horas lá dentro da atração. Como chegamos mais tarde, por volta das 16h30, e o parque fechava às 18h não tivemos tanto tempo para visitar tudo com calma. Mas tudo valeu a pena! De lá retornamos para o hotel e terminamos o dia.

O teleférico que leva ao Buda Gigante (a esquerda) e a estátua (a direita)
O teleférico que leva ao Buda Gigante (a esquerda) e a estátua (a direita)

Segundo dia: meio dia de visita à Nathan Road e região do porto

Nesse dia como teríamos que ir para o aeroporto na hora do almoço optamos por passeios próximos ao hotel. Como estávamos hospedado na rua principal resolvemos fazer uma nova rota daquele mesmo mapinha do Big Bus (Kowloon Tour). Percorremos a Nathan Road, fomos até o Ladies Market, que estava fechado devido à hora, andamos de lá até a Temple Street, passamos próximo ao Kowloon Park e retornamos ao hotel onde fizemos checkout e deixamos as malas na recepção para continuar o passeio (como o checkout era às 11h30 foi necessário fazer essa ‘manobra’).

Continuamos nosso tour pela região do porto. Por lá percorremos o Museu de Arte, a avenida das estrelas (Avenue of Stars), a famosa estátua de Bruce Lee e por fim retornamos ao hotel para pegarmos as malas e então fomos em direção ao aeroporto, onde nossa viagem continuaria para outro país, o Japão.

Museu da Arte de Hong Kong
Museu da Arte de Hong Kong

Hong Kong é um local a ser explorado e ‘degustado’ com relativa calma, mas não é necessário ficar muitos dias. Dois dias cheios com um tour especializado é o suficiente para conhecer essa metrópole. Quando visitar a China não deixe de ir à sua capital e também conheça essa região mais ao sul do país. Macau (bem pertinho de HK) também é uma alternativa legal para visitar, pena que não tivemos muito tempo. Existe uma balsa que leva o turista e a população de uma cidade à outra.

Olha a gente aí custindo a vista em The Peak
Olha a gente aí curtindo a vista em The Peak

Visitar essa cultura diferenciada é, sem dúvida, uma experiência enriquecedora.


Boas Viagens e lembrem-se….Seu destino é você quem faz!
 
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